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9 jul 2014

Caminhar ajuda a melhorar sintomas de doença de Parkinson

Os indivíduos com doença de Parkinson leve a moderada que caminham regularmente podem aumentar a sua função motora, humor, cansaço, forma física e alguns aspetos da capacidade de raciocínio, sugere um estudo publicado na revista “Neurology”.

“Os resultados do nosso estudo sugerem que caminhar pode fornecer uma forma segura e de fácil acesso de melhorar os sintomas da doença de Parkinson e aumentar a qualidade de vida”, revelou, em comunicado de imprensa, um dos autores do estudo, Ergun Y. Uc.

 

Para o estudo, os investigadores da Universidade de Iowa e do Centro Médicos de Assuntos de Veteranos de Iowa, nos EUA, contaram com a participação de 60 indivíduos que foram convidados a caminhar a uma intensidade moderada durante 45 minutos, três vezes por semana, ao longo de seis meses. Durante a prática deste tipo de exercício, o ritmo cardíaco dos participantes foi monitorizado.
A velocidade média a que os participantes andavam foi de 4,66 km por hora, tendo o exercício sido realizado a 47% da sua frequência cardíaca de reserva, o que cumpre a definição de exercício aeróbio de intensidade moderada.
O estudo apurou que caminhar a passo ligeiro melhorava a função motora e o humor em cerca de 15%, o controle da atenção/resposta em 14%, reduzia o cansaço em 11% e aumentava a função aeróbica e a velocidade de marcha em sete por cento. No teste da função motora, os participantes apresentaram em média uma melhoria de 2,8 pontos, a qual é considerada uma diferença clinicamente relevante.
“As pessoas com doença de Parkinson leve a moderada que não tenham demência e que sejam capazes de caminhar de forma independente sem qualquer tipo de apoio podem seguir, com segurança, as recomendações propostas para os adultos saudáveis, que incluem a prática de 150 minutos semanais de exercício aeróbio de intensidade moderada”, conclui, Ergun Y. Uc.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.